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7 filmes na Netflix que te manterão em suspense até a última cena

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Pieces of a Woman (2020), Kornél Mundruczó

Benjamin Loeb / Netflix

É muito difícil um casamento resistir à perda de um filho — e o casal que consegue tal proeza pode reivindicar essa vitória. Ao se sobrepor à vida, a morte reafirma seu inesgotável poder sobre os homens, por mais escondida que esteja. A frustração, a tristeza, o desespero de ver morrer um filho, a vida tendo desrespeitado seu sentido mais primevo, é o que se absorve da maneira mais brutal em “Pieces of a Woman”. Ao espectador, é concedido o direito de observar de perto — perto demais — o trabalho de parto de Martha Weiss, ao longo de sombrios 25 minutos — e só ao fim dessa agonia o nome do filme surge na tela. Com essa decisão artística, o diretor Kornél Mundruczó quis fazer o público tomar parte no tormento da personagem principal, fazê-lo perceber que havia uma vida se abrindo para o mundo e essa vida, por alguma razão, escapou. Martha é absorta por uma espiral de sentimentos múltiplos: a alegria fugaz de se sentir mãe logo é substituída por um luto que se prolonga na vida da protagonista indefinidamente, estado do qual ela não consegue se livrar, e que vai impactar de modo decisivo seu relacionamento com o marido, Sean, e a mãe, que reconhecem sua dor, insistem para que ela redescubra o prazer na vida, mas não sabem como persuadi-la, e metem os pés pelas mãos. Sean, em particular, passa a demonstrar uma ligeira indiferença, primeiro pelo sofrimento da companheira, depois pela própria Martha, que por sua vez perde completamente o interesse pelo parceiro. O roteiro faz com que se entenda que também ele padece com a tragédia, mas que isso não lhe serve de licença para sua covardia. Enquanto isso, Martha se desintegra ao ponto de nem ostentar mais qualquer coisa de humano. Torna-se uma criatura algo transcendental, como um espectro que ronda a matéria que lhe compunha, ansiando por voltar àquele corpo, impressões que a audiência só nota graças ao espantoso talento de Vanessa Kirby. Sua Martha Weiss é um dos retratos mais pungentes de um personagem em sua condição mental, uma mulher despedaçada que possivelmente nunca volte a estar por inteiro outra vez, ainda que o final empenhe uma promessa de felicidade.



Fonte: entretenimento.r7.com

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Filha de Susana Naspolini faz homenagem após um mês da morte da jornalista: Me conforta saber que ela não está mais com dor

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Julia Naspolini, filha de Susana Naspolini, emocionou a web na última sexta-feira, dia 25, ao fazer uma homenagem para a mãe, um mês após a sua morte. Nas redes sociais, a jovem escreveu um longo texto e abriu o coração sobre a luta que a repórter travava contra o câncer na bacia.

Oi, amigos! Julia aqui. Faz um mês que vim falar com vocês da notícia mais triste da minha vida. Hoje a saudade da mamãe bateu forte… O que me conforta é saber que ela não está mais com dor, que ela está em um lugar bem melhor, rezando pela gente!, começou.

E continuou:

Minha maior confidente, minha maior parceira, minha maior companheira, minha maior inspiração, meu porto seguro, minha melhor amiga, meu tudo, meu mundo, minha mãe. Sinto sua falta todos os segundos de todos os minutos de todas as horas de todos os dias. Queria tanto que você estivesse aqui pra conversar comigo, falar nossas besteiras, te contar das fofocas, perguntar sua opinião pra tudo, ver nossas séries, filmes, fazer nossos passeios, nossas viagens… Tínhamos tantos planos. Queria tanto que você tivesse aqui pra me fazer rir como ninguém faz. Queria tanto te contar como eu estou. Queria tanto os seus conselhos. Queria tanto o seu abraço. Obrigada por ter sido a melhor do mundo! Obrigada por, em qualquer circunstância, ter me dado colo e me feito sorrir. Obrigada por ter feito do mais simples até o impossível pra me fazer feliz. Obrigada meu Deus por ter me dado você como minha mãe. Tenho muito orgulho de ser sua filha! Você é única em todos os jeitos. Espero te orgulhar e te deixar feliz aí de cima. Te amo mais que o infinito e te levo comigo pra sempre. Eu sou você, mami, eu sou você! Te amo muito, Cutinha.





Fonte: entretenimento.r7.com

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“Joguei pela janela”: Ian Gillan (Deep Purple) fala sobre disco que gravou com o Black Sabbath

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Ian Gillan


Crédito: reprodução

Em entrevista à rádio RockFM, o vocalista Ian Gillan, do Deep Purple, foi questionado se é verdade que ele quebrou o único álbum do Black Sabbath do qual participou, Born Again (1983).

Ao responder, o cantor deixou claro que não foi bem assim — mas talvez tenha sido pior. Ele disse que jogou o disco fora quando conseguiu uma cópia do trabalho de estúdio (via Blabbermouth):

Eu não quebrei. Joguei pela janela do meu carro. [Risos] Olha, fiquei desapontado. Eu não tinha a mentalidade de todos os caras do Black Sabbath. Eu adorei. Tive um ano fantástico; foi insano. Mas quando terminamos as mixagens… ‘Born Again’, e soa fantástico – apenas em uma fita cassete. E foi a última coisa que ouvi no estúdio de gravação. Quando ouvi o álbum, pensei, ‘O que é isso?’. O estrondo do baixo foi um pouco demais para mim. Há uma frase famosa em um filme famoso chamado ‘This Is Spinal Tap’ que tem duas ou três referências ao Black Sabbath. E eu não sei de onde isso pode ter vindo [risos], mas um deles era, ‘Este álbum não pode ser reproduzido nas rádios americanas’, por causa do final do baixo. E assim foi – impossível de tocar no rádio. Fiquei desapontado com a mixagem da produção final. Não sei o que aconteceu entre o estúdio e a fábrica, mas algo aconteceu. Então, foi uma decepção. Dito isso, adoro algumas das músicas de lá. E ‘Trashed’ é uma das minhas músicas favoritas do Rock and Roll de todos os tempos, e ainda mais porque é uma história completamente verdadeira [risos].

Caramba… Confira a entrevista na íntegra ao final da matéria e relembre a faixa em questão!

Ian Gillan relembrou turnê com o Black Sabbath

Em outro momento da conversa, Gillan refletiu sobre suas experiências junto com a banda de Ozzy Osbourne e revelou que nunca se sentiu bem estando no lugar do Príncipe das Trevas:

Eu estive com o Black Sabbath por um ano e cantei canções de Ozzy Osbourne, bem como as canções de ‘Born Again’. E nunca me senti bem fazendo isso. Foi ótimo — eu era capaz de cantá-las bem — mas não soava como Ozzy. Havia algo que não estava certo.

De fato, o único vocalista que conseguiu efetivamente dar sequência ao Sabbath foi o lendário Ronnie James Dio, que impôs seu próprio estilo e até trouxe uma sonoridade diferente ao grupo. Difícil mesmo!

LEIA TAMBÉM: Marcelo D2 mostra Black Sabbath para a filha e resultado é incrível; vídeo








Fonte: entretenimento.r7.com

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COPA DO MUNDO | Acompanhe AO VIVO o jogo entre Polônia e Arábia Saudita pela fase de grupos

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Foto: Reprodução

Direto do Catar, Polônia e Arábia Saudita disputam mais uma partida pela Copa do Mundo deste ano. O jogo é transmitido pela Globo, Globoplay, SporTV e GE. A narração do embate acontece dos Estúdios Globo na capital Doha e também no Rio de Janeiro.

ACOMPANHE POLÔNIA E ARÁBIA SAUDITA AQUI

A competição reúne 32 seleções na busca pelo título do mundial e é a última nesse formato. A partir de 2026, o conglomerado passa a ser de 48 equipes, sendo sediado em outros três países: Canadá, Estados Unidos e México.

O torneio vai de 20 de novembro ao dia 18 de dezembro nos oito estádios do mundial: Al Bayt Stadium, Lusail Stadium, Khalifa Internacional Stadium, Estádio 974 (ou Estádio do Porto de Doha), Education City Stadium, Al Thumama Stadium, Al Thumama Stadium e o Ahmed bin Ali Stadium.



Fonte: entretenimento.r7.com

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