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Anitta: ‘Ser jovem é difícil, eles estão sempre te julgando e não é assim para os homens’

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Após o lançamento do novo single ‘Me Gusta’ feat. Cardi B & Myke Towers, Anitta na capa da Fault Magazine.

A superstar se tornou a principal artista de uma nova geração da música latino-americana, nesta entrevista discutindo suas novas músicas, levando-a internacionalmente e sendo orgulhosamente franca. Liderada por ‘Me Gusta’, a maior popstar feminina de todos os tempos está pronta para levar sua cultura para o mundo todo.

Na nova música ‘Me Gusta’ (ft. Cardi B e Myke Towers)…
“A música é sobre mulheres poderosas. Ela fala sobre como eu amo as mulheres que são elas mesmas, que dançam e fazem o que querem fazer. É uma mistura de gente também na pista – uma dos Estados Unidos, outra do mundo latino / Columbia e outra do Brasil, então é uma grande mistura cultural. O vídeo foi gravado no mesmo lugar que Michael Jackson gravou ‘They Don’t Really Care About Us’. Tem uma mensagem muito grande por trás disso. ”

Em se internacionalizar e levar a cultura brasileira para o mundo…
“Gosto de trazer minha cultura brasileira sempre que estou trabalhando porque acho que faz parte de quem eu sou! Faz sentido e explica por que estou fazendo isso, por que estou me internacionalizando. Quero levar minha cultura brasileira para o mundo. Então, quando chegamos ao estúdio ou desenhamos como será o videoclipe, sempre tentamos dar um toque brasileiro a ele. Mesmo que eu esteja cantando em espanhol ou inglês, sempre tentamos trazer o Brasil de alguma forma … Acho importante que meu país se sinta representado quando estou fazendo algo. ”

Sobre usar a crítica como motivação …
“Eu odeio muito quando as pessoas vêm até mim com esse preconceito, críticas ou ideias de algo que não faz sentido, ou sentem que não somos totalmente personificados na forma como falamos. Isso me motiva a educar as pessoas sobre como aceitar as diferenças. Aceitar que as pessoas têm gostos diferentes, as pessoas são diferentes umas das outras… Adoraria fazer parte da história. É por isso que gosto de ser … não problemático … mas trazer assuntos para as pessoas falarem, que as faça pensar. ”

Em ser totalmente ela mesma …
“Eu sou muito honesto sobre quem eu sou e sempre sou eu mesmo. E não acho que as pessoas possam aceitar tanto a verdade. Então para mim o mais difícil é fazer as pessoas entenderem o meu jeito de ser, que é bem diferente dos outros. O preconceito é um grande problema. Ser jovem é difícil, eles estão sempre te julgando e não é assim para os homens ”.

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Gustavo Lima investe na música inédita ‘O ex da sua vida’ para terminar o álbum de repertório romântico

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Foto: Divulgação

♪ Após o primeiro volume do álbum O embaixador falando de amor, apresentado em 10 de junho com 6 músicas, Gustavo Lima lança a segunda e última parte do álbum gravado no estúdio Balada, em Goiânia (GO).

Em rotação nos aplicativos de música desde quinta-feira, 1º de julho, o disco O embaixador falando de amor vol. 2 acrescenta sete canções ao repertório romântico. O foco de marketing da gravadora Sony Music – parceira do selo Balada Music na edição do álbum – atualmente recai sobre O ex da sua vida, faixa em que o cantor mineiro dá voz à composição inédita de Adryel Lima.

O resto do repertório deste segundo volume é composto por regravações de outros artistas? sucessos, como Va a ser (Cláudio Rabello e Franco Atílio), Se não tivesse ido (Marco Antonio Solís Sosa e Bruno), Os corações não são iguais (Augusto César, Miguel Plopschi e Paulo Sergio Valle), Quando um enorme amor se faz (Cantare è d’amore, Amedeo Minghi, na versão em português de César Augusto e Duchesca), e Você mudou (Fazendo amor do nada, Jim Steinman, na versão em português de Boiadeiro e Sandro Lemes).

Para aqueles que não sabem o nome da canção, Making love out of nothing at all é uma balada lançada em 1983 pelo duo australiano Air Supply.

Fonte: BLOG DO MAURO FERREIRA/G1.globo.com

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Virtudão lança nova música que conta uma história de amor a distancia

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A música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor .

O grupo de pagode Virtudão lançou nesta quinta-feira (13) o primeiro single sete meses depois de apostar em uma mulher como nova vocalista da banda. Leticia Moura e Everton Martins lançaram a música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor que pode ser conferido em todas as plataformas digitais e no youtube.

“Nosso primeiro single do EP foi um sambinha mais dançante, agora apostamos nessa pegada mais clássica. A verdade, é que amamos esse pagode mais romântico, e tenho certeza que o publico vai gostar também”, explicou Everton.

Essa é a segunda canção do EP gravado em São Paulo. Ao todo foram três músicas produzidas por Jr Nikkimba, Michel Fujiwara, Cláudio Bonfim, Kadu Silva, Jacques Batera e Ronald Marcondes. Os profissionais tem carreiras consolidadas e trabalham com grandes nomes do pagode como Dilsinho, Alexandre Pires, Thiaguinho, Jeito Moleque, entre outros.

A banda surgiu, mas só em 2011 após uma breve separação o Virtudão uniu mais uma vez Andrey Nogueira e Everton Martins, em nova formação. O encontro rendeu vários projetos musicais, como o Virtudão VIP e o Quintal do Virtudão.

Com shows animados e dançantes, o Virtudão leva os clássicos do pagode para o palco, mas as músicas atuais também, em novas roupagens no ritmo.

Fonte: G1 Pa — Belém

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Lobão adiciona música de Rita Lee ao álbum ‘Canções de quarentena’

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♪ Lobão decidiu incluir uma segunda música de Rita Lee no repertório do álbum Canções de quarentena. Como o artista revelou em rede social, o cantor vai gravar Ando jururu, composição apresentada pela autora há 47 anos no álbum Atrás do porto tem uma cidade (1974), gravado por Rita com o grupo Tutti Frutti.

Além de Ando jururu, Lobão também selecionou Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972) – música do repertório do grupo Os Mutantes – para o álbum.

Gravado desde o primeiro semestre de 2020 com produção orquestrada solitariamente por Lobão (inicialmente no Rio de Janeiro e, desde dezembro, em São Paulo), o disco Canções de quarentena reúne registros inéditos de músicas da década de 1970 que reverberam na memória afetiva de Lobão.

Ainda inédito, o álbum já gerou seis singles, sendo que o último, Canalha, foi lançado em 29 de janeiro deste ano de 2021 com regravação do rock do compositor Walter Franco (1945 – 2019), apresentado pelo autor em 1979 em festival promovido pela TV Tupi.

O trem azul (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1972), BR-3 (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1970), Canteiros (Fagner sobre poema de Cecília Meirelles, 1973), Pedaço de mim (Chico Buarque, 1978) e Eu quero é botar meu bloco na rua (Sérgio Sampaio, 1972) foram, pela ordem, os cinco singles anteriores do álbum.

O sétimo e ainda inédito single deverá ser Retalhos de cetim, samba de 1973 que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor e compositor Benito Di Paula.

♪ Eis outras músicas já gravadas por Lobão para o álbum Canções de quarentena, mas ainda inéditas:

♪ Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970)

♪ Na hora do almoço (Belchior, 1971)

♪ Tarde em Itapoã (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971)

♪ Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972)

♪ Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)

♪ Como vai você (Antonio Marcos e Mário Marcos, 1972)

♪ Hoje ainda é dia de rock (Zé Rodrix, 1972)

♪ Pérola negra (Luiz Melodia, 1971)

♪ Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973)

♪ Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben Jor, 1974)

Fonte: Mauro Ferreira g1.globo.com

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