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Marília Mendonça revela abdominoplastia: ‘Tirei 1,8 kg de pele’

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Marília Mendonça mudou ainda mais o visual e colocou silicone nos seios. Neste domingo (3), a cantora falou sobre a cirurgia plástica que realizou durante as férias. “Está muito lindo, estou muito feliz. Coloquei 365 ml e também fiz o abdômen. Tirei 1,8 kg só de pele. Estou radiante! Isso era um plano que eu já tinha há muito tempo. Ainda estou desinchando. Tenho certeza que vocês vão amar. Estou linda!”, disse em live no Instagram. Cuidando mais da saúde, a sertaneja passou por um processo de reeducação alimentar e eliminou mais de 20 kg. Em prol de uma qualidade de vida melhor, a artista abriu mão de dois outros vícios: a cerveja e também o cigarro.

Cantora nega ter emagrecido por estética

Anteriormente, Marília Mendonça  falou sobre as mudanças pelas quais tem passado. “Logo que iniciei a carreira de cantora, e que fui para os palcos, cheguei a receber orientações para emagrecer, mudar o cabelo, ficar com a imagem mais ‘comercial’. Como vocês sabem e conhecem a minha história, não cedi a nada disso. Até por isso, após passar por essa mudança de estilo de vida que passei recentemente, na qual perdi mais de 20 quilos, muita gente questionou sobre eu estar cedendo aos ‘padrões’. Logo eu que sempre defendi essa liberdade?! Eu nunca cedi a padrão nenhum”, afirmou.

Sertaneja esclarece rumor de bariátrica

Recentemente, Marília Mendonça  garantiu que não perdeu peso por conta de cirurgia de redução do estômago. “Se procurarem alguma folga minha para recuperação de bariátrica, não vão encontrar. Quando eu coloquei o balão e tirei depois de 7 dias, eu contei. Se eu tivesse feito, não teria problema nenhum em falar. Coloquei o balão um ano atrás e não foi legal para mim. Fiquei 7 dias sem me alimentar nem tomar água e não consegui ficar com ele mais porque estava desidratada. Para mim não deu certo. Eu tive problemas com minha imunidade, descobri que minhas taxas de gordura estavam altíssimas, foi aí que eu falei: ‘não quero morrer agora, quero fazer shows, me dar bem com meu trabalho, estar bem com meus fãs. Não quero adoecer. Parece impossível mesmo, né? É uma vitória muito grande. Pensam como eu pude ter tanto foco assim. Primeiro é Deus. Ele me ajuda em tudo. Eu faço oração todos os dias. Ele está do meu lado todos os dias, eu sou a menina mais feliz do mundo, muito saudável, sem cirurgia nenhuma. A reeducação é o melhor caminho que tem. Eu como o que todo mundo come: frango, melão, maçã. Então, chega desse mimimi”, finalizou.

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Gustavo Lima investe na música inédita ‘O ex da sua vida’ para terminar o álbum de repertório romântico

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Foto: Divulgação

♪ Após o primeiro volume do álbum O embaixador falando de amor, apresentado em 10 de junho com 6 músicas, Gustavo Lima lança a segunda e última parte do álbum gravado no estúdio Balada, em Goiânia (GO).

Em rotação nos aplicativos de música desde quinta-feira, 1º de julho, o disco O embaixador falando de amor vol. 2 acrescenta sete canções ao repertório romântico. O foco de marketing da gravadora Sony Music – parceira do selo Balada Music na edição do álbum – atualmente recai sobre O ex da sua vida, faixa em que o cantor mineiro dá voz à composição inédita de Adryel Lima.

O resto do repertório deste segundo volume é composto por regravações de outros artistas? sucessos, como Va a ser (Cláudio Rabello e Franco Atílio), Se não tivesse ido (Marco Antonio Solís Sosa e Bruno), Os corações não são iguais (Augusto César, Miguel Plopschi e Paulo Sergio Valle), Quando um enorme amor se faz (Cantare è d’amore, Amedeo Minghi, na versão em português de César Augusto e Duchesca), e Você mudou (Fazendo amor do nada, Jim Steinman, na versão em português de Boiadeiro e Sandro Lemes).

Para aqueles que não sabem o nome da canção, Making love out of nothing at all é uma balada lançada em 1983 pelo duo australiano Air Supply.

Fonte: BLOG DO MAURO FERREIRA/G1.globo.com

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Virtudão lança nova música que conta uma história de amor a distancia

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A música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor .

O grupo de pagode Virtudão lançou nesta quinta-feira (13) o primeiro single sete meses depois de apostar em uma mulher como nova vocalista da banda. Leticia Moura e Everton Martins lançaram a música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor que pode ser conferido em todas as plataformas digitais e no youtube.

“Nosso primeiro single do EP foi um sambinha mais dançante, agora apostamos nessa pegada mais clássica. A verdade, é que amamos esse pagode mais romântico, e tenho certeza que o publico vai gostar também”, explicou Everton.

Essa é a segunda canção do EP gravado em São Paulo. Ao todo foram três músicas produzidas por Jr Nikkimba, Michel Fujiwara, Cláudio Bonfim, Kadu Silva, Jacques Batera e Ronald Marcondes. Os profissionais tem carreiras consolidadas e trabalham com grandes nomes do pagode como Dilsinho, Alexandre Pires, Thiaguinho, Jeito Moleque, entre outros.

A banda surgiu, mas só em 2011 após uma breve separação o Virtudão uniu mais uma vez Andrey Nogueira e Everton Martins, em nova formação. O encontro rendeu vários projetos musicais, como o Virtudão VIP e o Quintal do Virtudão.

Com shows animados e dançantes, o Virtudão leva os clássicos do pagode para o palco, mas as músicas atuais também, em novas roupagens no ritmo.

Fonte: G1 Pa — Belém

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Lobão adiciona música de Rita Lee ao álbum ‘Canções de quarentena’

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♪ Lobão decidiu incluir uma segunda música de Rita Lee no repertório do álbum Canções de quarentena. Como o artista revelou em rede social, o cantor vai gravar Ando jururu, composição apresentada pela autora há 47 anos no álbum Atrás do porto tem uma cidade (1974), gravado por Rita com o grupo Tutti Frutti.

Além de Ando jururu, Lobão também selecionou Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972) – música do repertório do grupo Os Mutantes – para o álbum.

Gravado desde o primeiro semestre de 2020 com produção orquestrada solitariamente por Lobão (inicialmente no Rio de Janeiro e, desde dezembro, em São Paulo), o disco Canções de quarentena reúne registros inéditos de músicas da década de 1970 que reverberam na memória afetiva de Lobão.

Ainda inédito, o álbum já gerou seis singles, sendo que o último, Canalha, foi lançado em 29 de janeiro deste ano de 2021 com regravação do rock do compositor Walter Franco (1945 – 2019), apresentado pelo autor em 1979 em festival promovido pela TV Tupi.

O trem azul (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1972), BR-3 (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1970), Canteiros (Fagner sobre poema de Cecília Meirelles, 1973), Pedaço de mim (Chico Buarque, 1978) e Eu quero é botar meu bloco na rua (Sérgio Sampaio, 1972) foram, pela ordem, os cinco singles anteriores do álbum.

O sétimo e ainda inédito single deverá ser Retalhos de cetim, samba de 1973 que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor e compositor Benito Di Paula.

♪ Eis outras músicas já gravadas por Lobão para o álbum Canções de quarentena, mas ainda inéditas:

♪ Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970)

♪ Na hora do almoço (Belchior, 1971)

♪ Tarde em Itapoã (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971)

♪ Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972)

♪ Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)

♪ Como vai você (Antonio Marcos e Mário Marcos, 1972)

♪ Hoje ainda é dia de rock (Zé Rodrix, 1972)

♪ Pérola negra (Luiz Melodia, 1971)

♪ Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973)

♪ Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben Jor, 1974)

Fonte: Mauro Ferreira g1.globo.com

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