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Documentário de John Legend ‘glad’ Surviving R. Kelly ajudou a levar a novas acusações

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John Legend duvida que os promotores teriam iniciado investigações criminais sobre as décadas de abuso sexual de R. Kelly, se não fosse pela transmissão dos documentários da sobrevivente de R. Kelly.

A cantora I Believe I Can Fly se declarou inocente de 10 acusações de abuso sexual por agredir supostamente quatro vítimas, três das quais menores de idade, durante encontros entre 1998 e 2010.

Ele foi preso na sexta-feira (22 de fevereiro de 1919) e passou o fim de semana atrás das grades, antes de levantar US $ 100 mil para sair de uma prisão de Chicago, Illinois, na segunda-feira.

O caso criminal foi apresentado por promotores semanas após a estréia da série Surviving R. Kelly, que detalhou anos de acusações de má conduta sexual feitas contra o músico.

John foi uma das maiores celebridades a falar dos rumores sobre o suposto comportamento ruim de Kelly diante do projeto do produtor Dream Hampton, e está feliz que as autoridades estejam ajudando as supostas vítimas a buscar justiça.

“Estou tão feliz que o documentário foi feito”, disse ele no programa de café da manhã dos EUA Today. “Estou tão feliz que as vítimas tenham suas vozes ouvidas, e eu acho que elas tiveram suas vozes ouvidas, esta história sendo contada, porque já foi contada antes, mas acho que ser recontada através desse meio realmente trouxe a questão para um muita atenção das pessoas, e eu acho que inspirou as forças da lei a seguir em frente em algumas coisas que elas não estavam se movendo antes. “

Legend, que uma vez recusou uma música do veterano R & B por causa das alegações, passou a chamar as contagens criminais muito atrasadas.

“Acho que já faz muito tempo”, ele compartilhou. “Eu acho que muitos de nós toleramos ou olhamos para o outro lado nessa questão por um longo tempo, e muitas pessoas foram feridas por décadas, e nós olhamos para longe por muito tempo”.

Quanto ao que ele acha que deveria acontecer com Kelly, John acrescentou: “Acho que vamos fazer justiça. Obviamente, é difícil provar qualquer coisa além de uma dúvida razoável no tribunal, então vamos ver o que acontece, mas acho que suas vítimas merecem justiça.”

O hitmaker de “All of Me” já havia contraído espectadores que o aclamavam valente por participar de Surviving R. Kelly, depois que vários de seus pares, incluindo JAY-Z, Lady Gaga e Mary J. Blige, se recusaram a participar.

“Para todos me dizendo como eu sou corajoso por aparecer no documentário, não me senti arriscado”, postou John no Twitter após a transmissão. “Eu acredito nessas mulheres e não dou a mínima para proteger um estuprador infantil em série. Decisão fácil.”

Kelly, que deve voltar ao tribunal em 22 de março (19), pode pegar até 70 anos de prisão se for considerado culpado.

O jovem de 52 anos foi anteriormente absolvido de pornografia infantil em 2008.

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Gustavo Lima investe na música inédita ‘O ex da sua vida’ para terminar o álbum de repertório romântico

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Foto: Divulgação

♪ Após o primeiro volume do álbum O embaixador falando de amor, apresentado em 10 de junho com 6 músicas, Gustavo Lima lança a segunda e última parte do álbum gravado no estúdio Balada, em Goiânia (GO).

Em rotação nos aplicativos de música desde quinta-feira, 1º de julho, o disco O embaixador falando de amor vol. 2 acrescenta sete canções ao repertório romântico. O foco de marketing da gravadora Sony Music – parceira do selo Balada Music na edição do álbum – atualmente recai sobre O ex da sua vida, faixa em que o cantor mineiro dá voz à composição inédita de Adryel Lima.

O resto do repertório deste segundo volume é composto por regravações de outros artistas? sucessos, como Va a ser (Cláudio Rabello e Franco Atílio), Se não tivesse ido (Marco Antonio Solís Sosa e Bruno), Os corações não são iguais (Augusto César, Miguel Plopschi e Paulo Sergio Valle), Quando um enorme amor se faz (Cantare è d’amore, Amedeo Minghi, na versão em português de César Augusto e Duchesca), e Você mudou (Fazendo amor do nada, Jim Steinman, na versão em português de Boiadeiro e Sandro Lemes).

Para aqueles que não sabem o nome da canção, Making love out of nothing at all é uma balada lançada em 1983 pelo duo australiano Air Supply.

Fonte: BLOG DO MAURO FERREIRA/G1.globo.com

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Virtudão lança nova música que conta uma história de amor a distancia

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A música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor .

O grupo de pagode Virtudão lançou nesta quinta-feira (13) o primeiro single sete meses depois de apostar em uma mulher como nova vocalista da banda. Leticia Moura e Everton Martins lançaram a música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor que pode ser conferido em todas as plataformas digitais e no youtube.

“Nosso primeiro single do EP foi um sambinha mais dançante, agora apostamos nessa pegada mais clássica. A verdade, é que amamos esse pagode mais romântico, e tenho certeza que o publico vai gostar também”, explicou Everton.

Essa é a segunda canção do EP gravado em São Paulo. Ao todo foram três músicas produzidas por Jr Nikkimba, Michel Fujiwara, Cláudio Bonfim, Kadu Silva, Jacques Batera e Ronald Marcondes. Os profissionais tem carreiras consolidadas e trabalham com grandes nomes do pagode como Dilsinho, Alexandre Pires, Thiaguinho, Jeito Moleque, entre outros.

A banda surgiu, mas só em 2011 após uma breve separação o Virtudão uniu mais uma vez Andrey Nogueira e Everton Martins, em nova formação. O encontro rendeu vários projetos musicais, como o Virtudão VIP e o Quintal do Virtudão.

Com shows animados e dançantes, o Virtudão leva os clássicos do pagode para o palco, mas as músicas atuais também, em novas roupagens no ritmo.

Fonte: G1 Pa — Belém

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Lobão adiciona música de Rita Lee ao álbum ‘Canções de quarentena’

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♪ Lobão decidiu incluir uma segunda música de Rita Lee no repertório do álbum Canções de quarentena. Como o artista revelou em rede social, o cantor vai gravar Ando jururu, composição apresentada pela autora há 47 anos no álbum Atrás do porto tem uma cidade (1974), gravado por Rita com o grupo Tutti Frutti.

Além de Ando jururu, Lobão também selecionou Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972) – música do repertório do grupo Os Mutantes – para o álbum.

Gravado desde o primeiro semestre de 2020 com produção orquestrada solitariamente por Lobão (inicialmente no Rio de Janeiro e, desde dezembro, em São Paulo), o disco Canções de quarentena reúne registros inéditos de músicas da década de 1970 que reverberam na memória afetiva de Lobão.

Ainda inédito, o álbum já gerou seis singles, sendo que o último, Canalha, foi lançado em 29 de janeiro deste ano de 2021 com regravação do rock do compositor Walter Franco (1945 – 2019), apresentado pelo autor em 1979 em festival promovido pela TV Tupi.

O trem azul (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1972), BR-3 (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1970), Canteiros (Fagner sobre poema de Cecília Meirelles, 1973), Pedaço de mim (Chico Buarque, 1978) e Eu quero é botar meu bloco na rua (Sérgio Sampaio, 1972) foram, pela ordem, os cinco singles anteriores do álbum.

O sétimo e ainda inédito single deverá ser Retalhos de cetim, samba de 1973 que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor e compositor Benito Di Paula.

♪ Eis outras músicas já gravadas por Lobão para o álbum Canções de quarentena, mas ainda inéditas:

♪ Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970)

♪ Na hora do almoço (Belchior, 1971)

♪ Tarde em Itapoã (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971)

♪ Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972)

♪ Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)

♪ Como vai você (Antonio Marcos e Mário Marcos, 1972)

♪ Hoje ainda é dia de rock (Zé Rodrix, 1972)

♪ Pérola negra (Luiz Melodia, 1971)

♪ Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973)

♪ Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben Jor, 1974)

Fonte: Mauro Ferreira g1.globo.com

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