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Soulja Boy ainda lamenta ignorar a mensagem do Mac Miller no Twitter

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O rapper Soulja Boy ainda está se chutando por negligenciar uma mensagem no Twitter de Mac Miller recebida poucos dias antes da morte da trágica estrela.

The Crank That (Soulja Boy) hitmaker explica que ele foi inundado com o trabalho quando ele acidentalmente ignorou a mensagem direta de seu amigo próximo, e sua incapacidade de responder ainda o incomoda até hoje como Miller morreu de uma overdose de drogas, uma semana depois.

Tocando na questão do tema quente da saúde mental em uma nova entrevista na TV do America’s Fair Game Com Kristine Leahy, Soulja admite que cuidar de si mesmo emocionalmente e fisicamente se tornou uma prioridade depois de perder seu amigo.

“Você nunca sabe o que uma pessoa está passando em sua cabeça – você nunca sabe”, disse ele. “Eu sinto que é grande agora com o falecimento de Mac Miller – descanse em paz Mac Miller, que era um bom amigo meu. Isso só mostrava pessoas como isso poderia acontecer com qualquer um. Só porque você tem fama ou dinheiro, você está não imune à negatividade e depressão e estresse “.

Ele então expressou seu pesar por perder a oportunidade de se conectar com Miller uma última vez.

“Eu só gostaria que eu pudesse ter acabado de falar com ele porque, como ele, ele me mandou uma mensagem direta”, Soulja compartilhou. “Ele estendeu a mão para mim como uma semana antes e eu estava apenas com muito trabalho. Às vezes eu não consigo fazer certas coisas que eu quero porque eu tenho que ir fazer essa entrevista e eu tenho que fazer isso e eu tenho que fazer isso.

“Eu só queria ter falado com ele. Eu deveria ter falado com ele e ver o que estava acontecendo.”

Soulja não é o único rapper chateado consigo mesmo por não responder mais cedo a Miller – Big Sean já havia revelado que Mac o tinha enviado online também, mas ele não leu o post até que fosse tarde demais, já que ele estava em uma posição social auto-imposta. quebra de mídia.

Logo após a morte de Miller, ele postou uma foto em preto-e-branco dos dois velhos amigos brincando nos bastidores, e escreveu: “Rest Easy Bro! Você (sic) energia era brilhante e infecciosa! Eu aprecio sua voz e sua coração mano … “

“Obrigado pela sua voz e tudo o que você falou de se sentir bem, amor, sentir-se mal, saúde mental, ansiedade, depressão n apenas coisas que muitos de nós se identificam com (sic)”, continuou ele. “Eu estive fora da mídia social mais porque eu não tenho me sentido social, mas eu olhei e vi um mestre no twitter de você na semana passada, e isso está me machucando, eu não me importo de logar e ver e acertar você volta (sic)! Você vai viver para sempre, amor!

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Gustavo Lima investe na música inédita ‘O ex da sua vida’ para terminar o álbum de repertório romântico

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Foto: Divulgação

♪ Após o primeiro volume do álbum O embaixador falando de amor, apresentado em 10 de junho com 6 músicas, Gustavo Lima lança a segunda e última parte do álbum gravado no estúdio Balada, em Goiânia (GO).

Em rotação nos aplicativos de música desde quinta-feira, 1º de julho, o disco O embaixador falando de amor vol. 2 acrescenta sete canções ao repertório romântico. O foco de marketing da gravadora Sony Music – parceira do selo Balada Music na edição do álbum – atualmente recai sobre O ex da sua vida, faixa em que o cantor mineiro dá voz à composição inédita de Adryel Lima.

O resto do repertório deste segundo volume é composto por regravações de outros artistas? sucessos, como Va a ser (Cláudio Rabello e Franco Atílio), Se não tivesse ido (Marco Antonio Solís Sosa e Bruno), Os corações não são iguais (Augusto César, Miguel Plopschi e Paulo Sergio Valle), Quando um enorme amor se faz (Cantare è d’amore, Amedeo Minghi, na versão em português de César Augusto e Duchesca), e Você mudou (Fazendo amor do nada, Jim Steinman, na versão em português de Boiadeiro e Sandro Lemes).

Para aqueles que não sabem o nome da canção, Making love out of nothing at all é uma balada lançada em 1983 pelo duo australiano Air Supply.

Fonte: BLOG DO MAURO FERREIRA/G1.globo.com

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Virtudão lança nova música que conta uma história de amor a distancia

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A música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor .

O grupo de pagode Virtudão lançou nesta quinta-feira (13) o primeiro single sete meses depois de apostar em uma mulher como nova vocalista da banda. Leticia Moura e Everton Martins lançaram a música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor que pode ser conferido em todas as plataformas digitais e no youtube.

“Nosso primeiro single do EP foi um sambinha mais dançante, agora apostamos nessa pegada mais clássica. A verdade, é que amamos esse pagode mais romântico, e tenho certeza que o publico vai gostar também”, explicou Everton.

Essa é a segunda canção do EP gravado em São Paulo. Ao todo foram três músicas produzidas por Jr Nikkimba, Michel Fujiwara, Cláudio Bonfim, Kadu Silva, Jacques Batera e Ronald Marcondes. Os profissionais tem carreiras consolidadas e trabalham com grandes nomes do pagode como Dilsinho, Alexandre Pires, Thiaguinho, Jeito Moleque, entre outros.

A banda surgiu, mas só em 2011 após uma breve separação o Virtudão uniu mais uma vez Andrey Nogueira e Everton Martins, em nova formação. O encontro rendeu vários projetos musicais, como o Virtudão VIP e o Quintal do Virtudão.

Com shows animados e dançantes, o Virtudão leva os clássicos do pagode para o palco, mas as músicas atuais também, em novas roupagens no ritmo.

Fonte: G1 Pa — Belém

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Lobão adiciona música de Rita Lee ao álbum ‘Canções de quarentena’

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♪ Lobão decidiu incluir uma segunda música de Rita Lee no repertório do álbum Canções de quarentena. Como o artista revelou em rede social, o cantor vai gravar Ando jururu, composição apresentada pela autora há 47 anos no álbum Atrás do porto tem uma cidade (1974), gravado por Rita com o grupo Tutti Frutti.

Além de Ando jururu, Lobão também selecionou Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972) – música do repertório do grupo Os Mutantes – para o álbum.

Gravado desde o primeiro semestre de 2020 com produção orquestrada solitariamente por Lobão (inicialmente no Rio de Janeiro e, desde dezembro, em São Paulo), o disco Canções de quarentena reúne registros inéditos de músicas da década de 1970 que reverberam na memória afetiva de Lobão.

Ainda inédito, o álbum já gerou seis singles, sendo que o último, Canalha, foi lançado em 29 de janeiro deste ano de 2021 com regravação do rock do compositor Walter Franco (1945 – 2019), apresentado pelo autor em 1979 em festival promovido pela TV Tupi.

O trem azul (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1972), BR-3 (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1970), Canteiros (Fagner sobre poema de Cecília Meirelles, 1973), Pedaço de mim (Chico Buarque, 1978) e Eu quero é botar meu bloco na rua (Sérgio Sampaio, 1972) foram, pela ordem, os cinco singles anteriores do álbum.

O sétimo e ainda inédito single deverá ser Retalhos de cetim, samba de 1973 que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor e compositor Benito Di Paula.

♪ Eis outras músicas já gravadas por Lobão para o álbum Canções de quarentena, mas ainda inéditas:

♪ Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970)

♪ Na hora do almoço (Belchior, 1971)

♪ Tarde em Itapoã (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971)

♪ Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972)

♪ Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)

♪ Como vai você (Antonio Marcos e Mário Marcos, 1972)

♪ Hoje ainda é dia de rock (Zé Rodrix, 1972)

♪ Pérola negra (Luiz Melodia, 1971)

♪ Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973)

♪ Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben Jor, 1974)

Fonte: Mauro Ferreira g1.globo.com

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