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Jennifer Lopez sentiu-se um “impostora” apesar do sucesso na carreira

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Jennifer Lopez admitiu que se sentiu como “uma impostora” como resultado das críticas que ela enfrentou no início da carreira.

 

A cantora e atriz se abriu sobre seu passado em um painel após uma exibição em Nova York de seu próximo filme Second Act, que também foi assistido por seu namorado estrela do esporte Alex Rodriguez na segunda-feira (27Nov18). Recordando o começo de sua fama, que a fez ter muito sucesso em projetos musicais e de filmes, Jennifer confessou que deixaria sua carreira levar a melhor sobre ela.

“Eu não deixo a opinião dos outros realmente influenciar como eu penso sobre mim mesmo. E isso levou um longo tempo. Porque no início da minha carreira, eu fiz, e isso me fez sentir muito mal comigo mesmo”, disse. -ano de idade explicou, conforme relatado por pessoas.

“Eu estou matando, e então todo mundo gosta, ‘Ela não pode cantar, ela não pode dançar, ela não pode atuar, ela é apenas um rosto bonito ou sua bunda é grande’ ou o que quer que eles estivessem dizendo sobre mim e Comecei a pensar: ‘Sim, é verdade’.

Apesar da negatividade, a hitmaker do “On the Floor” insistiu que “apenas continuava” e uma vez que começou a trabalhar mais, ela começou a ter fé em seus talentos.

“Comecei a acreditar em mim mesma. Comecei a acreditar no fato de que não era uma impostora, que não era falsa”, ela sorriu. “” Eu acho que, para mim, a coisa mais importante para mim não é ouvir todas as vozes externas, mas ter certeza de que a voz que estou falando para mim, que colega de quarto seja uma companheira de quarto, é uma boa companheira de quarto. ”

Segundo ato atinge cinemas dos EUA em 21 de dezembro.

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Virtudão lança nova música que conta uma história de amor a distancia

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A música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor .

O grupo de pagode Virtudão lançou nesta quinta-feira (13) o primeiro single sete meses depois de apostar em uma mulher como nova vocalista da banda. Leticia Moura e Everton Martins lançaram a música “Menos de 1 km”, um pagodinho clássico, cheio de romantismo e história de amor que pode ser conferido em todas as plataformas digitais e no youtube.

“Nosso primeiro single do EP foi um sambinha mais dançante, agora apostamos nessa pegada mais clássica. A verdade, é que amamos esse pagode mais romântico, e tenho certeza que o publico vai gostar também”, explicou Everton.

Essa é a segunda canção do EP gravado em São Paulo. Ao todo foram três músicas produzidas por Jr Nikkimba, Michel Fujiwara, Cláudio Bonfim, Kadu Silva, Jacques Batera e Ronald Marcondes. Os profissionais tem carreiras consolidadas e trabalham com grandes nomes do pagode como Dilsinho, Alexandre Pires, Thiaguinho, Jeito Moleque, entre outros.

A banda surgiu, mas só em 2011 após uma breve separação o Virtudão uniu mais uma vez Andrey Nogueira e Everton Martins, em nova formação. O encontro rendeu vários projetos musicais, como o Virtudão VIP e o Quintal do Virtudão.

Com shows animados e dançantes, o Virtudão leva os clássicos do pagode para o palco, mas as músicas atuais também, em novas roupagens no ritmo.

Fonte: G1 Pa — Belém

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Lobão adiciona música de Rita Lee ao álbum ‘Canções de quarentena’

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♪ Lobão decidiu incluir uma segunda música de Rita Lee no repertório do álbum Canções de quarentena. Como o artista revelou em rede social, o cantor vai gravar Ando jururu, composição apresentada pela autora há 47 anos no álbum Atrás do porto tem uma cidade (1974), gravado por Rita com o grupo Tutti Frutti.

Além de Ando jururu, Lobão também selecionou Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972) – música do repertório do grupo Os Mutantes – para o álbum.

Gravado desde o primeiro semestre de 2020 com produção orquestrada solitariamente por Lobão (inicialmente no Rio de Janeiro e, desde dezembro, em São Paulo), o disco Canções de quarentena reúne registros inéditos de músicas da década de 1970 que reverberam na memória afetiva de Lobão.

Ainda inédito, o álbum já gerou seis singles, sendo que o último, Canalha, foi lançado em 29 de janeiro deste ano de 2021 com regravação do rock do compositor Walter Franco (1945 – 2019), apresentado pelo autor em 1979 em festival promovido pela TV Tupi.

O trem azul (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1972), BR-3 (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1970), Canteiros (Fagner sobre poema de Cecília Meirelles, 1973), Pedaço de mim (Chico Buarque, 1978) e Eu quero é botar meu bloco na rua (Sérgio Sampaio, 1972) foram, pela ordem, os cinco singles anteriores do álbum.

O sétimo e ainda inédito single deverá ser Retalhos de cetim, samba de 1973 que se tornou o primeiro grande sucesso do cantor e compositor Benito Di Paula.

♪ Eis outras músicas já gravadas por Lobão para o álbum Canções de quarentena, mas ainda inéditas:

♪ Azul da cor do mar (Tim Maia, 1970)

♪ Na hora do almoço (Belchior, 1971)

♪ Tarde em Itapoã (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1971)

♪ Balada do louco (Arnaldo Baptista e Rita Lee, 1972)

♪ Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)

♪ Como vai você (Antonio Marcos e Mário Marcos, 1972)

♪ Hoje ainda é dia de rock (Zé Rodrix, 1972)

♪ Pérola negra (Luiz Melodia, 1971)

♪ Retalhos de cetim (Benito Di Paula, 1973)

♪ Os alquimistas estão chegando os alquimistas (Jorge Ben Jor, 1974)

Fonte: Mauro Ferreira g1.globo.com

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Diogo Nogueira abre parceria com Moacyr Luz entre as músicas inéditas do álbum ‘Lua’

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Cantor revive sucesso de Gilberto Gil no último disco ao vivo da trilogia ‘Samba de verão’.

♪ Diogo Nogueira fecha a trilogia do projeto audiovisual Samba de verão com a edição do álbum Lua, programado para sexta-feira, 5 de março. Ao longo das nove faixas de Lua, o cantor e compositor carioca dá voz a quatro músicas inéditas.

Cadê? – uma dessas músicas inéditas – é a primeira parceria de Diogo com Moacyr Luz. Samba que abre o disco, Vai embora não traz as assinaturas dos compositores Claudemir e Rodrigo Leite. Patrimônio mais nobre (Gabrielzinho do Irajá e Waltis Zacarias) e Um pedido (Carlos Caetano e Sombra) completam o lote de inéditas de Lua.

No fecho da gravação ao vivo feita em 26 de novembro de 2020 em balsa montada em Niterói (RJ), na Baía de Guanabara, o artista também cai no samba de Gilberto Gil (Aquele abraço, de 1969) e junta três sambas da lavra de Jorge Aragão – Ontem (1988), Minta meu sonho (1989) e Já é (Jorge Aragão e Flávio Cardoso, 2000) – em medley que reitera o tom comemorativo de grande parte do repertório selecionado por Diogo Nogueira para este projeto de verão.

Fonte: BLOG DO MAURO FERREIRA / G1.globo.com

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