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Guitarra de Bob Dylan é leiloada por US$ 495 mil em Nova York

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Leilão dedicado a ícones da música também vendeu primeira guitarra elétrica de George Harrison e figurino vermelho de Michael Jackson em “Thriller”.

Uma guitarra de Bob Dylan, símbolo de sua mudança para o som elétrico, foi vendida neste sábado (19) por US$ 495 mil em Nova York, em um leilão dedicado a “ícones da música”.

A guitarra, uma Fender Telecaster de 1965 que pertenceu a Robbie Robertson, guitarrista de Bob Dylan, foi utilizada tanto por Dylan como por Eric Clapton e George Harrison, segundo a casa de leilões Julien, que organizou a venda.

O instrumento marcou a guinada do cantor folk de “The Times They Are A-Changin'” ao artista que passou a usar a guitarra elétrica em canções como “Like a Rolling Stone”.

Outros instrumentos leiloados no sábado foram a primeira guitarra elétrica de George Harrison, uma Hofner Club 40, vendida por US$ 430 mil, e uma Fender Telecaster rosa fabricada por Elvis Presley em 1968, negociada por US$ 115.200.

Um cinto utilizado por Elvis durante um show no Havaí em 1972 foi leiloado por US$ 354.400, enquanto um anel de diamantes no formato de estrela chegou a US$ 100 mil.

Também foram negociados peças de Michael Jackson, como o figurino vermelho usado no videoclipe “Thriller”, vendido por US$ 217.600, e um cinto com as letras BAD, um de seus grandes sucessos, negociado por US$ 179.200.

Com informações France Presse /G1

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Politica

Senado gastará R$ 3,6 milhões para pagar mudança dos eleitos e dos que não se reelegeram

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Ao todo, Casa fará 108 pagamentos de R$ 33,7 mil cada. Oito senadores que se reelegeram têm direito a receber benefício duas vezes. Verba também pode ser usada para outras finalidades.

 

O Senado vai gastar R$ 3,64 milhões em ajudas de custo que serão pagas em 2019 aos senadores cujos mandatos estão se encerrando e àqueles que se elegeram em 2018 para assumir uma cadeira na Casa no próximo ano.

Ao todo, o Senado fará 108 pagamentos no valor de R$ 33,7 mil, o correspondente a um mês de salário de cada parlamentar.

De acordo com a assessoria do Senado, os recursos serão desembolsados para auxiliar na mudança dos parlamentares: de Brasília para os estados – nos casos dos senadores em final de mandato – e dos estados para o Distrito Federal – nos casos dos eleitos. Apesar disso, os parlamentares podem, se quiserem, utilizar o dinheiro para outra finalidade.

Os que se reelegeram recebem duas vezes – em razão do término de um mandato e do início de outro (veja mais abaixo). Como já têm residência em Brasília e não necessitam de mudança, também podem usar a verba para outros fins.

Os senadores que desejarem poderão reembolsar a quantia ao Senado.

Os R$ 3,64 milhões serão bancados com recursos do Tesouro Nacional a serem consignados ao Senado na Lei Orçamentária de 2019.

A concessão do benefício está prevista em um decreto legislativo de 2014. Até 2013, segundo a assessoria do Senado, os parlamentares recebiam no início e no final de cada ano.

Ajuda de custo em dobro

Os oito senadores que se reelegeram para um novo mandato têm direito ao benefício duas vezes – uma pelo término do mandato e outra pelo início de um novo período no Senado.

Os reeleitos são Eduardo Braga (MDB-AM), Ciro Nogueira (PP-PI), Jader Barbalho (MDB-PA), Paulo Paim (PT-RS), Renan Calheiros (MDB-AL), Sérgio Petecão (PSD-AC), Humberto Costa (PT-PE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Projeto busca restringir; outro, revogar

Pelo menos um projeto em tramitação no Senado tenta extinguir a ajuda de custo no início e no final do mandato. Outro propõe restringir a concessão do benefício, vetando a ajuda de custo para os reeleitos.

Este último, de autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), é o que se encontra em estágio mais avançado de tramitação. O projeto está pronto para ser apreciado no plenário, mas ainda depende de entrar na pauta de votações.

“A ajuda de custo é efetivamente destinada a compensar as despesas com mudança e transporte dos parlamentares. Trata-se de excluir o seu pagamento no caso de reeleição, inclusive no caso de deputado eleito senador ou vice-versa”, diz a senadora na justificativa do projeto.

A outra proposta, que revoga o benefício, de autoria do senador Reguffe (sem partido-DF), sequer teve relator indicado.

“Tal ‘ajuda de custo’ não se justifica sob a alegação de ‘compensar as despesas com mudança e transporte’, porquanto os parlamentares já dispõem de apartamento funcional e auxílio-moradia, além de passagens aéreas para deslocamento a Brasília e retorno ao Estado de origem”, afirmou Reguffe na justificativa.

Câmara estuda rever regra

Deputados também têm direito à verba extra de R$ 33,7 mil. A Câmara, no entanto, estuda mudar as regras para a concessão do benefício.

Segundo a assessoria de imprensa da Casa, o objetivo é tornar os critérios “mais claros e restritivos”.

A Câmara não informa que tipo de mudança está em estudo nem para quando é pensada. Ressaltou apenas que “eventuais alterações” nos critérios estão em avaliação na esfera administrativa.

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Politica

Empresários pressionam Josué Gomes a aceitar chapa com Geraldo Alckmin

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De um lado, a família não quer. De outro, amigos do setor empresarial pressionam Josué Gomes a aceitar o posto de candidato a vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin. Mesmo depois de ter sinalizado e dito ao ex-governador paulista que não disputaria a eleição deste ano, a pressão vinda dos dois lados levou o empresário a não dar uma resposta oficial sobre o convite.

Nos últimos dias, Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, tem sido procurado por seus amigos do empresariado com apelos para que ele aceite o convite feito para que seja o candidato a vice representando os partidos do “Centrão” (DEM, PR, PP, PRB e Solidariedade).

Nestas conversas, seus amigos destacam a importância de ele participar do processo eleitoral diante do momento delicado do país, com necessidade de reformas estruturais para que o crescimento possa ser retomado de forma sustentável.

A pressão também tem vindo do próprio Alckmin. Até agora, o tucano tem sempre rebatido os argumentos de Josué quando ele diz que talvez não acrescente muito eleitoralmente na campanha, deixando o ex-governador paulista à vontade para escolher outro nome para compor sua chapa.

Alckmin tem feito até apelos pessoais, dizendo que pode conversar com a mãe do empresário, dona Mariza Gomes da Silva, para convencê-la a aceitar que o filho participe da campanha. Recentemente, ela disse que, “se Deus quiser, o Josué não será candidato”. A mulher do empresário, Cristina, também não gostaria que ele participasse da eleição.

Nesta quarta-feira (25), o empresário publicou um artigo no jornal “Folha de S.Paulo” dizendo que aplaude os partidos que decidiram apoiar a candidatura de Geraldo Alckmin, elogia o tucano e diz que “não podemos errar em outubro”.

“O perfil de Geraldo Alckmin não deixa dúvidas. Aplaudo os partidos que tomaram a acertada decisão de apoiar sua candidatura. Definitivamente, não é hora de apostar em aventuras e salvadores da pátria”, disse Josué no texto.

Dentro do “Centrão”, que se reúne nesta quarta-feira (25), em Brasília, o artigo foi classificado de importante por representar um manifesto de apoio do empresário à candidatura de Alckmin, mas não foi entendido como uma posição definitiva dele sobre o convite para ser candidato a vice.

Segundo um líder do “Centrão”, Josué ainda não vai dar sua resposta oficial nos próximos dias. A expectativa é que ele se posicione pelo menos até esta quinta-feira (26), quando os partidos do “Blocão” programaram anunciar oficialmente a aliança com Geraldo Alckmin.

Com informações do Valdo Cruz no G1

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Politica

Suposto operador do PSDB pede que inquérito fique no STF, sob relatoria de Gilmar Mendes

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Adefesa de Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Dersa e apontado como operador do PSDB, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (5) que o inquérito no qual ele é investigado permaneça na Corte, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes.

Para os advogados de Paulo Vieira, o caso se encaixa na decisão da Corte de restringir o foro privilegiado de deputados federais e senadores.

O STF decidiu que a prerrogativa só será mantida para crimes cometidos no exercício do mandato e em função da atividade parlamentar.

No caso de Paulo Vieira de Souza, o senador José Serra (PSDB-SB) também é investigado no inquérito e já estava no mandato à época em que os crimes teriam sido praticados. Por isso a defesa do ex-diretor da Dersa alega que o processo deve ser mantido no STF.

“Ademais disso, evidente que os ilícitos em apuração, em especial aqueles supostamente ocorridos no ano de 2002, apenas poderiam se concretizar com o próprio exercício do mandato do co-investigado José Serra enquanto Senador da República, eis que apenas poderia obter vultosas quantias do Grupo Odebrecht – mais de 15 milhões de reais, direcionados ou não às suas campanhas eleitorais –, valendo-se de sua atuação política enquanto parlamentar, e do próprio prestígio que o cargo lhe confere”.

O inquérito que investiga José Serra e Paulo Vieira de Souza foi aberto após as delações da Odebrecht e investiga um suposto esquema de corrupção ligado à construção do Rodoanel Mário Covas, na região metropolitana de São Paulo.

Segundo a denúncia, Paulo Vieira de Souza atuou de forma ilícita durante o governo Serra como diretor da Dersa.

Versões

A defesa de Paulo Vieira tem dito que as denúncias contra ele “se chocam contra a investigação interna” da Dersa.

Quando Paulo Vieira foi preso, a defesa de José Serra informou que não comentaria o assunto.

O PSDB de São Paulo já afirmou que não tem qualquer relação com Paulo Vieira nem com os fatos a ele imputados.

Com informações do Matheus Leitão/G1

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